Deste-me a mão e levaste-me onde não querias ir, depois, alegremente me levas-te à tua cidade, mostraste-me um pouco da sua canção, ouvi os jardins do palácio de cristal ao sabor da tua boca, ouvi a rotunda da Boavista com o sol a bater-me nas pernas e a aquecer-me a alma enquanto te lia as crónicas do Ricardo Araújo e via as criancinhas correr em nosso redor. Ouvi o teu amor e a tua paixão como nunca tinha ouvido antes, ouvi-te a ti, ao teu coração e á tua cidade e estou muito feliz, muito obrigada.
Pedro!
9 .:
oh alice :]
fico tãããooo feliz por ti +
eu também quereria um artista, sem dúvida. tenho é pena que as restantes pessoas só pensaram nas profissões que rendiam (muito). por falar nisso, hoje a minha prof. de fisico-química estava a falar de um curso farmacêutico universitário (na parte de investigação) e disse «tinhas uma vida de cão, mas ganhavas muito» e um colega disse «e só é isso que é preciso, dinheiro». entristeceu-me que ele pensasse assim..
tive saudades tuas, alice ♥
não sei viver sem dor, não sei alice!
sim, concordo contigo. dinheiro não me serve para nada. desde que tenha o suficiente para o sobreviver, o que importa é mesmo é ter amor.
não, aquelas duas imagens são de jovens designers e neste caso simboliza mais o ramo da arte que propriamente a foto em si (:
sim, eu compreendo totalmente (:
aaah, não posso, porque eu cortei o cabelo (de muito comprido para curtinho acima dos ombros) e com franja ficava meia tigela x)
e tu, como andas? (aparte a felicidade de hoje ♥)
eu vou sobrevivendo, um dia de cada vez..
bem, vou dormir que amanhã tenho que apresentar o orgulho e preconceito à minha turma. mil beijinhos ♥
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